Lídia Brondi, que o Meu Chapéu teve o prazer de encontrar e fazer uma foto festejadíssima em 2010, faz aniversário hoje. Ano passado, seus posts quebraram todos os records de visitação deste blog, o que prova que mesmo fora das telinhas há tantos anos, continua exercendo grande fascinio sobre gerações de fãs. Vida longa a Lídia Brondi.
Quem diria, o Cristo Redentor chegou aos oitentinha, e está inteiraço. Inaugurado em 12 de outubro de 1931, após 10 anos de projetação e contrução, o monumento entrou para a seleta lista das 7 maravilhas do mundo recentemente.
Pegaram o Redentor para Cristo, e hoje ele terá um dia cheio de atividades, começando com vôos acrobáticos da esquadrilha da fumaça e missa celebrada pelo arcebispo do Rio, Don Orani Tempesta. Ainda nesta quarta serão inaugurados os bustos do engenheiro e arquiteto Heitor da Silva Costa, autor do projeto e responsável pela obra, e à noite a festa será com música. No “Show da Paz”, que será realizado no Aterro do Flamengo, com cerca de 30 artistas, entre eles, a cantora de jazz americana Stacey Kent, os sambistas Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Leila Pinheiro, Miúcha, Elba Ramalho, Fernanda Abreu, Thaís Gulin, Roberto Menescal, Marcos Valle e Sandy.
Meu Chapéu como sempre faz perguntas que não sei responder: quis saber se, caso o Cristo fosse construído hoje, teria permissão do Ibama e dos órgaos de defesa do meio ambiente. Se passaria pelas avaliações de impacto ambiental sobre a fauna e a flora, alteração da paisagem, poluição visual, obstrução aérea, interferência no habitat, etc, etc… Pensando bem, acho que o nosso Cristo foi construído na época certa.
Fotos: Lee Swain
Acredite se quiser, mas os dois colaboradores mais assíduos do Eu e Meu Chapéu fazem aniversário exatamente no mesmo dia. Rui Werneck, publicitário, escritor e turfista nas horas vagas, publica uma crônica toda sexta neste bat local. Tokie, designer e maratonista, todas as quintas nos leva conhecer a Zona do Desconforto aqui no blog do Chapéu. Como diz o Werneck, ambos são Leões quase Virgens.
Muita música e diversão na festinha de aniversário do pequeno Joaquim, meu netinho, que completou 2 anos este fim de semana. Não poderia ter desculpa melhor para reunir a família em torno de uma gostosa festa embalada com muita cantoria e roda de dança.
Joaquim no colo que ele mais gosta: da Mayra, of course! Fotos do avô coruja.

Avôs unidos, jamais serão vencidos! Eu e Paulo Gama com nossos chapéus.
O velho e bom Le Casserole, no Largo do Arouche, foi o cenário escolhido para brindar o aniversário de uma das tias mais queridas que eu e Meu Chapéu ganhamos neste nosso périplo paulistano. Tudo que eu possa falar de Maria Helena Gregori pode soar exagerado, mas garanto que será sempre pouco. Por isso me reservo o direito de dizer apenas que ela conquistou um lugar especial no meu coração. Foi uma noite perfeita, com a tradicional qualidade da mesa do Le Casserole, e Maria Helena cercada pelo carinho da família que ela comanda com a força inexorável do amor.
Maria Helena e José Gregori cercados pelas filhas Ticha, Maria Stella e Bibia.
Para fechar a noite, não poderiam faltar os profiterolis do Le Casserole.

Ontem o blog do Meu Chapéu bateu o recorde de audiência do ano: foram mais de 2.000 visitas, quando a média é de aproximadamente 500 visitas/dia. E olhando no detalhe, foram quase 1.500 visitas aos posts dedicados a Lídia Brondi.

Fiquei intrigado com este repentino pico de audiência, e só mais tarde fui saber que ontem, 29 de outubro, era dia do seu aniversário. Meu Chapéu ficou impressionado com a fidelidade dos seus fãs, que mesmo após 30 anos de sua ausência, não abandonam seu ídolo.Veja alguns dos comentários carinhosos feitos a Lídia Brondi no blog do Meu Chapéu:

Meu Chapéu agradece os fãs e deseja a Lídia toda a felicidade que ela merece.
Links relacionados: O encontro com Lídia, Quem matou Odete Roithman, Lídia Brondi, o retorno, Maníacos por famosos, Muito além do Photoshop,
Eu e meu chapéu já estavamos achando ótima a idéia de comemorar meus 56 aninhos bem vividos em um jantar a tres (eu, Maria e ele), em algum restaurante romântico da cidade. A Maria não precisou muito pra me convencer de que uma comemoração tranquila teria muito mais a ver, afinal festa bem no meio da semana, mão de obra, convidar, telefonar, chuva, congestionamento, contratempos… ufa! Ok, você venceu. Ela ficou de escolher o restaurante, o cardápio, eu só teria que entrar com este corpinho que Deus me deu.

Eu entre as primas Claudia e Paula Jácomo e Marcelo Martins.

E assim, na hora marcada, a Maria veio nos apanhar e fomos os tres rumo ao restaurante misterioso. Caímos, eu e meu chapéu, como dois patinhos. Quando o maitre abriu a porta da sala reservada para nós, e vi todos aqueles amigos de chapéu na cabeça gritando meu nome, senti subir pela espinha dorsal uma energia que correu todas as vértebras, ecoou nos tímpanos, subiu pelo meu chapéu e virou duas pequenas lágrimas que acho que ninguém percebeu. Acredito que só não consegui esconder a emoção da Maria e da Giana, que silenciosamente tramaram esta deliciosa conspiração pra me jogar nos braços dos meus amigos mais queridos.


E no fim, tudo acabou assim. Meu Panamá esmagado em um sofá, sabe-se Deus por qual traseiro. O Vitor Rebouças, que sabe quase tudo, antes que eu me desesperasse com a tragédia, foi logo dizendo: “Não tem problema, é só colocar o chapéu no vapor que ele volta a ser o que era”. Valeu Vitor, vou levar meu Chapéu para a sauna.
Flanando por aí, Meu Chapéu se diverte achando tipos no meio da multidão pelas vielas da cidade.
Semana passada, identificou ao longe o dono de um carrinho de lanches na Rua Santa Rosa, no Brás, e me provocou, com seu sussurro à la Marlon Brando: “Com quem se parece o negrão do carrinho?”
Na hora não consegui me lembrar de ninguém. Enquanto fotografava o tipo à distância, meu chapéu deu a dica: “o cara era a voz do morro. Lembra?” Realmente, o simpático sorriso do ambulante lembrava muito o tímido Zé Kéti, que nos presenteou com tantos sambas inesquecíveis. E por coincidência, hoje é dia do seu aniversário. Viva Zé Quietinho!

Foto: Lee Swain / No detalhe, o Zé Keti original
Biografia de Zé Keti editada do Wikipédia: Nascido em 16 de setembro de 1921, embora tenha sido registrado, em 6 de outubro, no bairro de Inhaúma, José Flores de Jesus, ficou conhecido como Zé Kéti. Em 1924, foi morar em Bangu na casa do avô, o flautista e pianista João Dionísio Santana, que costumava promover reuniões musicais em sua casa, das quais participavam nomes famosos da música popular brasileira como Pixinguinha, Cândido (Índio) das Neves, entre outros. Filho de Josué Vale da Cruz, um marinheiro que tocava cavaquinho, cresceu ouvindo as cantorias do avô e do pai.
Na década de 40 entrou para a ala dos compositores da Portela, e em 1951 emplacou seu primeiro sucesso com “Amar é bom”, parceria com Jorge Abdala gravado na Todamérica pelos Garotos da Lua.
Em 1955, sua carreira começou a deslanchar quando seu samba “A voz do morro”, gravada por Jorge Goulart e com arranjo de Radamés Gnattali, fez enorme sucesso na trilha do filme “Rio 40 graus”, de Nelson Pereira dos Santos.
Dono de um temperamento tímido, seu pseudônimo veio do apelido de infância “Zé Quieto” ou “Zé Quietinho”. No ano de 1962 idealizou o conjunto A Voz do Morro, do qual participou e que ainda contava com Elton Medeiros, Paulinho da Viola, Anescarzinho do Salgueiro, Jair do Cavaquinho, José da Cruz, Oscar Bigode e Nelson Sargento. O grupo lançou três discos.
Em 1964, participou do espetáculo “Opinião”, ao lado de João do Vale e Nara Leão, que o levou ao concerto que tornou conhecidas algumas de suas composições, como “Opinião” e “Diz que Fui por Aí” (esta em parceria com Hortênsio Rocha). No ano seguinte, lançou “Acender as velas”, considerada uma de suas melhores composições. Esta música inclui-se entre as músicas de protesto da fase posterior a 1964; a letra deste samba possui um impacto forte, criado pelo relato dramático do dia-a-dia da favela. Nara Leão, Elis Regina fizeram um enorme sucesso com a gravação desta música.
Aos 78 anos, Zé Keti foi-se desta para fazer samba em outras paragens em 1999.

Minhas primas, as irmãs Claudia e Paula Jácomo, comemoraram idade nova junto à mãezona Baby, que conseguiu a façanha de dar à luz às duas no mesmo dia, com um intervalo de dois anos. E de parto normal, diga-se de passagem. Ótima pontaria.

Lucas, o filhote da Paula, anima a festa com o meu chapéu. Fotos: Lee Swain

Mansur Bassit com Claudia, Eu e meu Tio Biu no sofá, Tia Maria Tereza Gregori. Fotos do Lucas.