19
 out
Design, Publicidade
Os meninos da Tônica

 

Cartaz premiado no 24º Fest’Up

Quando contratamos aqueles meninos de Santos para estagiar na Tônica, já sabíamos que ali tinha coisa. E não era pouca. Eles iam e vinham todos os dias de ônibus. Chegavam cedo, trabalhavam concentrados, e às 5h da tarde, já estavam de volta para a baixada, onde terminam o curso de Propaganda e Publicidade da Unversidade Santa Cecília. Isto durante meses. De lá para cá muita água rolou, e hoje o Rodrigo está contratado como assistente de arte, e rala um bocado.
Agora chega para o blog do Meu Chapéu a notícia de que esta turminha ganhou o concurso de melhor cartaz para o 24º Fest’Up, encontro promovido pela Associação de Profissionais de Propaganda de São Paulo. Prêmio mais que merecido. Surpresa? Nem tanta. A gente já sabia que estes meninos iam longe. Muito além de Santos.

Rafael de Oliveira, Erika Lima, Patricia Oliveira e Rodrigo Coletto

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26
 set
Design, Humor, Mostra
Steinberg, o Homem da Linha

Emoções fortes para o Meu Chapéu este fim de semana na Pinacoteca de São Paulo. Levei-o conhecer os originais de um dos maiores artistas gráficos de todos os tempos, na minha modesta opinião. Foto: Maria Taccari

A exposição “Saul Steinberg – As Aventuras da Linha” traz a São Paulo mais de cem trabalhos do cartunista e ilustrador que colaborou com a revista “The New Yorker” por quase seis décadas.

A ironia, o traço fino e o humor cortante de Steinberg emocionaram Meu Chapéu, que já conhecia um pouco da influência do artista sobre o trabalho de outro mestre brasileiro, Millôr Fernandes.

Para entender melhor o trabalho e as influências de Saul Steinberg, assista a este documentário com depoimentos de especialistas na matéria, como Ziraldo, Jaguar, Cássio Loredano e Rodrigo Naves.

SAUL STEINBERG – AS AVENTURAS DA LINHA
Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2 São Paulo, SP – Tel. 55 11 3324-1000-  até 6 de novembro com entrada grátis.

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23
 set
Design, Tecnologia
Que belo futuro.

Tudo Lindo. Um mundo clean, sem problemas. E sem sal, sem sabor, sem graça, sem papel, sem sexo, onde tudo se resolve passando a ponta dos dedos.
Meu Chapéu me perguntou como seria o banheiro do futuro, que esqueceram de mostrar no filme. Será que tb não tem papel? E se resolve o problema com uma passada de mão?

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25
 ago
Design
Um designer no reino da Suécia

Desta vez ela foi longe demais. Tokie Esaka, nossa colaboradora das quintas feiras,  foi até a Suécia buscar este incrível Olle Eksell. Tokie olha para o futuro, mas não deixa de observar e reverenciar o passado. Pouco conhecido por aqui, Olle é mais uma das revelações saídas da inesgotável caixinha de surpresas que Tokie nos abre a cada semana.

Alguns artistas são atemporais e seus talentos ultrapassam qualquer fronteira cultural. Para mim, este é o caso de Olle Eksell (1918 – 2007). Um dos designers mais admirados na Suécia, membro da AGI (Alliance Graphique Internationale), foi Eksell um dos responsáveis pela remodelagem do design sueco nos anos 50.

Em 2001, Olle foi nomeado professor honorário pelo Governo Sueco com sua contribuição acadêmica e ganhou diversos prêmios internacionais com seus trabalhos de posters, embalagens e projetos de identidade corporativa. Sua embalagem mais famosa é o “Mazettis Cacao Eye”.

Mas design não era o único talento… Eksell foi um grande ilustrador. Com seu traço único e marcante, seus sketches e pinturas refletiam seu olhar quase infantil sobre a vida . Tinha obsessão em desenhar pássaros: sua alma era livre.

O mundo lúdico de Olle Eksell era simplista e ingênuo, mas ao mesmo tempo, cheio de detalhes. ”Brincar é o único meio pelo qual a inteligência mais elevada da humanidade pode se elevar.” dizia Joseph Chilton Pearce, escritor. Com certeza, Eksell brincou muito durante toda a sua existência.

Contemplando seu trabalho, todos os elementos parecem estar exatamente a onde deveriam estar… As árvores, os prédios, os carros, barcos, pessoas, pássaros, peixes,…, todos cumprindo sua missão no desenho…

Nossa, agora deu uma paz… Bem, leitores, esta semana, vocês me permitem ficar na zona de conforto? Tokie Esaka

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4
 ago
Design
Design é informação

Quinta feira, Tokie Esaka ataca novamente na Zona do Desconforto, e desta vez com uma arma de grosso calibre. Para ilustrar o significado de Informação, lançou mão de um dos maiores expoentes da comunicação visual e do design de todos os tempos, e que por coincidência, vem do Japão. 

 

Diz-se que o século XXI é a Era da Informação, mas qual o significado da palavra “informar”? Informar vem do Latim, de informare (in+formare), “modelar, dar forma, formar”. Daí surgiu a conotação de “formar uma idéia de algo”.

Existem vários tipos de informações: as que divertem, emocionam, fazem refletir ou mesmo, aquelas nos tiram da nossa zona de conforto. Mas é possível encontrar todos esses aspectos num único trabalho?



Shigeo Fukuda entrou fundo nesta reflexão. Nascido em Tokyo (1932 – 2009), um dos precursores do Design no Japão, ele criou mensagens divertidas, simples e diretas, evocando temas como Paz, Sustentabilidade, Liberdade de Expressão, Vida Contemporânea, através de uma linguagem lúdica e surrealista.

“Eu acredito que qualquer Design deve conter 30% de Dignidade, 20% de Beleza e 50% de Irracionalidade.”

Seus trabalhos óticos não são apenas inusitados, mas caracterizados pela provocação e inovação. Um dos seus trabalhos mais famosos é o poster Victory 1945, ganhador do Concurso WarsawPoster em 1975, criado para o Peace Fund Movement. Mensagem mais clara impossível.

Pela sua linguagem universal, Fukuda-san foi o primeiro japonês reconhecido e nomeado como membro da New York Art Directors Club Hall of Fame. Suas obras valem mais do que mil palavras. Portanto, sem mais delongas, com vocês: Shigeo Fukuda.

Tokie Esaka é Creative Manager da Disney no Brasil e professora de Design Emocional no curso de Master do Instituto Europeu de Design. Nas horas vagas, treina para a próxima meia-maratona.

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27
 jul
Arte, Design
Campana Brothers



Do Correio Brasieliense. Onde nasceu o encontro entre as três matrizes de raças formadoras do Brasil mora também o conceito dos designers brasileiros Humberto e Fernando Campana. Não é exagero situar o começo da trajetória dos irmãos de sangue e filhos do século 21 num tempo passado há mais de 500 anos.

Do ateliê em São Paulo são exportadas peças com forte interpretação multicultural. Em geral, com inspirações retiradas das ruas. “Não dá para produzir uma cadeira minimalista toda branca e racional como fazem os europeus. Nós somos latinos, não lineares, pensamos com o estômago e tentamos fazer um retrato da nossa cultura. O Brasil é um país colorido, ruidoso”, classifica Humberto, 58 anos, o irmão mais velho que estudou direito, mas nunca quis seguir carreira como jurista.


O resultado de 20 anos em busca da brasilidade foi compilado na retrospectiva ANTICORPOS, organizada pelo Vitra Design Museum, da Alemanha, em exposição que vai até 25 de setembro nas galerias 1 e 2 do Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília. No exterior, os irmãos são conhecidos por desenvolver o que ficou conhecido como design sustentável. A contemporaneidade que provoca criações emaranhadas também é percebida na urgência pela preocupação com a preservação do meio ambiente. “Uma das vertentes do nosso trabalho é ser testemunha do nosso tempo. Tudo tem de ser pensado com cautela para não causar nenhum dano ambiental”, ensina o artista. A atenção remonta a origens familiares e a criação no interior do estado de São Paulo. “O nosso pai era agrônomo. Tinha esse cuidado naturalmente. Na família, muitas coisas eram reaproveitadas. Minha avó fazia colchas de retalhos com tecidos antigos. Criamos o design da necessidade por uma questão emergencial”, aponta o designer.



Papel de rua
- O conceito que habitava o subtexto da produção dos Campana ficou explícito nas peças da série Objetos de papel, produzida com papelão recolhido por catadores nas ruas de São Paulo e que também fazem parte da exposição de Brasília. Assim como a poltrona Favela, construída com lascas de madeirite sugerem uma contradição. Os objetos criados por eles são vendidos a preços salgados no mercado de arte. “Eu poderia estar na Europa vivendo como um milionário, mas o que nos inspira é o Brasil. Morar aqui é necessário para manter a minha sanidade”, entende o artista.

Os Campana Brothers, como são conhecidos no exterior, desenvolvem muitos trabalhos no Hemisfério Norte e são convidados a ministrar palestras no mundo todo.

ANTICORPOS  - até 25 de setembro nas Galerias 1 e 2 do Centro Cultural Banco do Brasil (SCES, Tc. 2, Cj. 22; 3310-7087) – Brasília. Retrospectiva dos irmãos Fernando & Humberto Campana.

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26
 jul
Design
Design da hora

Para os amantes de relógios de design, aí vai um site recheado deles. Pequenas obras de arte para vestir o pulso, com assinaturas famosas como Achille Castiglioni, Crispin Jones, Karim Rashid, Naoto Fukasawa, entre outros. Dezeen Watch Store

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20
 jul
Arte, Design
Do facebook do Miran

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15
 jun
Design
Master Designer


Quando retornei ao Brasil em 1995, após de 5 anos de Itália, fundei a S&A Design e comecei a ver currículos para contratar designers. Depois de ver dezenas de pastas, já um tanto desanimado, me caiu nas mãos um portfólio surpreendente, apresentado por uma designer que também acabava de retornar ao Brasil, vinda de um estágio no Japão.
Assim conheci Tokie Esaka, que trabalhou comigo por mais de seis anos, até bater asas e voar para o mundo. Hoje é Creative Manager da Disney no Brasil e professora de design de automóveis no Instituto Europeo di Design (IED – São Paulo). Nas horas vagas, Tokie treina para a maratona de Nova York.

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18
 mai
Design
Looping Design

Dica preciosa enviada por nosso antenado leitor Bernardo Gregori, sempre atento às novidades do mundo das artes e do design.

Belo projeto assinado pelo jovem estilista Victor Aleman, batizado Loopita Bonita. As curvas inspiradas no looping da montanha-russa, fazem desta espreguiçadeira uma escultura, que no sobe-e-desce de linhas, cria um grande arco, perfeito para tomar sol a dois.  Esta peça inesperada já tem fila de espera de compradores ávidos em dar uma sacudida no visual da sua piscina.

 

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12
 abr
Design
Honest Pinóquio

O estilista chines Mike Ele, cansado da fama de mentiroso de Pinóquio, lançou um apontador de lápis que está prestes a revelar a verdade: Pinóquio é um cara totalmente honesto, e é o lápis que faz ele parecer mentiroso. E quanto maior o lápis, maior a mentira. O apontador, batizado Honest Pinóquio, foi apresentado durante a Tokyo Design Week 2010, com resposta entusiástica do público. Mike é um designer industrial em Taiwan e em seu tempo livre se dedica a desenhar produtos com estilo de vida. Com o seu apontador Honest Pinóquio, Mike nos faz cúmplices das mentiras de Pinóquio.

Mike, surpreso com o sucesso de sua criação, declarou: - Pensei que seria uma grande oportunidade para celebrar o Dia da Mentira, de forma honesta. Afinal, por trás de cada verdade há uma mentira, e por trás de cada mentira, Pinóquio!

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14
 fev
Design
Pets Rock Stars

 width=Takkoda, uma empresa especializada na produção de calendários bem-humorados, lançou ano passado esta peça que fez tanto sucesso que acabou sendo reeditada em forma de poster.

Os cães e gatos foram fotografados em suas próprias casas para obter expressões bem naturais, e depois foram “vestidos” digitalmente para parecer com estrelas do rock como Ozzy Osbourne, Sid Vicious e Amy Winehouse.

They tried to make me go to rehab, I said, “miaow, miaow, miaow.”

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10
 fev
Arte, Design
De Cachaça a Marmelada

Mostra de Design dos Tempos do Bonde

Nos carros sobre trilhos que cortavam São Paulo antes de ela ser metrópole, cartazes anunciavam de tudo, dos milagrosos rum Creosotado e colírio Lavolho ao forte café Paraventi, passando até pelas notícias da recém-lançada “Folha da Tarde”.

Dos anos 1940 aos 1970, a Companhia de Annuncios em Bonds, grafada assim mesmo, inventou cerca de 9.000 anúncios em cartaz, num ateliê comandado pelo polonês Henrique Mirgalowski na rua do Carmo, atrás da praça da Sé. ”Ele era mãe de todos lá”, lembra Wilson Limongelli, último cartazista sobrevivente da velha companhia. “Todos os meninos começavam pequenos, não tinha escola de desenho nem de publicidade, tinha que ter o dom.”

E, com esse dom, não seguiam a estratégia agressiva do marketing atual, nem pesquisas de comportamento. Eram desenhos de influência soviética, art déco e futurista, com textos um tanto singelos. Quase tudo estava à venda nas “boas casas do ramo”, e clientes eram chamados de “ilustre passageiro”.

Mas tudo isso se perdeu quando os bondes deram lugar aos ônibus e o ateliê foi despejado de seu endereço. Cartazes que sobreviveram foram passando de mão em mão até serem expostos agora pela primeira vez, numa mostra promovida pelo Instituto Tomie Ohtake.

No mesmo museu, outra exposição reúne rótulos de cachaça feitos no país entre as décadas de 1950 e 1960. ”É um retrato arqueológico de uma época que mudou”, resume Milton Cipis, designer que organiza as mostras. “Nunca se juntou tanto material, e a gente começa a valorizar o que houve. Fica claro que a gente não é só filho do modernismo.”

Ou seja, houve design no Brasil antes da escola construtiva de desenho, que surgiu nos anos 1950 e dominou os traços de tudo no país – do mobiliário à publicidade.

O ATELIER MIRGA E OS CARTAZES DE BONDE E RÓTULOS DE CACHAÇA
Instituto Tomie Ohtake – Av. Brig. Faria Lima, 201 – tel.: 11 22451900 – Grátis – De terça a domingo, das 11h00 às 20h00 -  Até 10/04

Da Folha de São Paulo – Silas Martí

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23
 dez
Design
La couleur de Noël

Eles podem não ser um modelo de simpatia. São considerados por muitos como medalhas de ouro em arrogância. Mas não dá pra negar que quando se trata de reunir inovação e bom gosto, os franceses são imbatíveis. Exemplos não faltam, do automobilismo à arquitetura, do design às artes plásticas. Quem seria capaz de colocar uma pirâmide de cristal bem no meio do Museu do Louvre, ou criar uma torre que não tem a menor utilidade mas virou o maior cartão postal do planeta? Na moda então é covardia.

Os franceses desenvolveram uma cultura onde o design é tão fundamental na vida das pessoas quanto o arroz e o feijão. Esta árvore de Natal, por exemplo, na sua simplicidade, dá um show de ousadia. Se é bonito? Cada um que faça seu julgamento, mas ninguém vai poder dizer que não é de parar o trânsito. Do site  de tendências francês Filles de Lux.

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20
 out
Design
Coisa de profissional

Desta vez a dica vem do diretor de arte da Tônica, Gabriel, sempre ligado nas novidades que vem das escolas de Design. Um projeto de embalagem desenvolvido por estudantes chama a atenção pela idealização e qualidade gráfica de nível profissional. Para ver mais, acesse: http://www.thedieline.com/blog/2010/9/28/student-spotlight-yunyeen-yong.html

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19
 ago
Design
Inventores misteriosos

Paulo Matsui, nosso incansável buscador de novidades na WEB, desta vez deu de frente com um grupo misterioso, que se autodenomina “Entresuelo 1a.” que eu suponho seja Subsolo 1a, e que parece avêsso a publicidade. O site do grupo formado por tres designers (Gerard Tejero, Joan Pi e Carlos Toledo), não tem uma palavra sobre a empresa, ou biografia dos profissionais. Apenas fotos dos trabalhos. E que trabalho interessante.

A xícara desenhada para mergulhar cookies sem ter que quebrá-los. Simples e esperto.

O prato pra tomar a sopa até o fim, sem ter que raspar o prato.

E a mais estranha de todas: o sabonete que vira microfone para os cantores de banheiro. No site tem outras estranhezas que vale a pena conhecer.

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18
 ago
Design
Dancing Typography

Vanessa Prezoto, designer gráfica apaixonada por tipos, acabou de concluir um curso de caligrafia, e mandou a dica de um WEB designer espanhol que produziu esta saborosa vinheta dançante. Clique na imagem para acessar o link. Vale a pena.

Neste experimento / novo efeito visual, as letras de uma letra de uma canção popular – Never Gonna Give You Up – são reposicionados para compor as imagens de seu vocalista – Rick Astley – dançando em movimento fluido. Dê uma olhada nisso aqui.

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9
 ago
Design
Sabor e arte

O festejado patissier japonês Tsujiguchi Hironobu, o cérebro por trás das famosas chocolaterias Mont St. Claire e Le Chocolat de H., encomendou para a Nedo Designers algo que significasse uma experiência memorável para seus clientes.

E assim nasceram os lápis de chocolates, que ao serem “apontados”,  deixam raspas sobre os confeitos, como uma pintura numa tela. Os lápis vêm em uma série de misturas de cacau, que variam em intensidade e sabor, e que cada cliente combina a seu gosto.

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6
 ago
Design
Design Italiano surpreende nas curvas

De novo ele, Paulo Matsui, nos traz novidades quentes do mundo da WEB e do design, desta vez no segmento de móveis para a casa.

A empresa SABA se destaca entre os fabricantes de móveis italianos por seu design simples, limpo e ao mesmo tempo surpreendente. As estantes “Primo Quarto”  fazem alusão ao quarto crescente lunar, e propõe formas curvilíneas que criam uma atmosfera de harmonia no ambiente. Do designer Giuseppe Viganó.

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2
 ago
Design
Design saboroso

Meu chapéu selecionou um ótimo exemplo de humor no design. O grupo inglês liderado por Toby NG criou uma alternativa para a tarefa nada atrativa de colar selos em cartas. Num primeiro olhar, é difícil saber se estamos olhando para um selo ou um pedaço de chocolate. Mas basta uma lambida para entender que o “Chocolate mail” é isso mesmo, uma feliz combinação entre selo e chocolate. Nos sabores chocolate escuro, ao leite e branco, vêm em cartelas com 24 selos que lembram o tradicional formato de barras de chocolate. O saboroso projeto recebeu o red dot award de 2009.

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29
 jul
Design
Jóia rara

Mais uma jóia (literalmente) do design internacional farejada pelo nosso sempre atento Paulo Matsui. Não é todo dia que alguém pensa em mudar um objeto tão integrado ao nosso cotidiano. Foi o desafio que o designer de produtos sueco Eric Therner se propôs ao redesenhar a tradicional lâmpada doméstica.

“Gosto de pensar na ‘Diamond Lamp‘ como uma escultura, com função. São belas, acesas ou apagadas” , diz Eric. Além disso, o desenho de diamante remete a um universo romantico e místico, com um toque clássico.

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7
 jul
Design
Juntos até que o advogado os separe

Pensando em separar os trapinhos da sua cara metade? Antes de pegar seus livros e sua coleção de DVD‘s, melhor consultar um advogado, pra não ter que pagar o pato o resto da vida. Que tal este advogado aí de cima, especializado no assunto? Se ele é bom não sei, mas contratou um ótimo designer gráfico pra criar seu cartão de visitas.

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29
 jun
Design
Um chapéu para Stephen Jones

A Serafina de junho (editada pela Folha) destaca um personagem da moda  que vem fazendo a cabeça de muita gente. Considerado o grande chapeleiro da atualidade, Stephen Jones cria modelos para grifes de luxo como Dior, Marc Jacobs e John Galiano, e personalidades do calibre de Madonna, Bjork, Mick Jagger, George Michael, Kate Moss, e princesa Diane.

Desenhando chapéus há mais de 30 anos, Stephen é fã assumido de Carmem Miranda e suas montagens tropicais, e defende que tudo pode virar chapéu. Já usou palitos de fórforos,  pirulitos, sola de sapato, acrílico como suporte para suas criações.

Eu e meu chapéu encontramos um exemplar do livro que editou em 2009,  “Hats, an Anthology”, uma edição de luxo, numerada, e que nos contentamos em folhear na livraria, dado o preço deveras luxuoso (R$ 980,00).

No prefácio, John Galiano escreveu: “O chapéu é o acento, o pingo no I, o ponto de exclamação. Imaginar uma modelo sem chapéu é imaginar uma chaleira sem tampa. Pense em Charlie Chaplin sem cartola, em Robin Hood sem boina, na rainha sem coroa, a imagem não casa.”

Este vídeo foi produzido para a mostra de Stephen Jones no Victoria & Albert Museum, em 2009. Veja porque seus chapéus não custam menos que 300 libras (R$ 800,00).

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10
 jun
Design
Reforma gráfica é notícia.

Revisão, redesenho, renovação gráfica. Os dois maiores jornais do país deram uma sacudida na poeira, e começaram uma corrida para a conquista dos olhares dos seus leitores. A concorrência acirrada entre os diários teve como ponto comum a integração entre as edições on line e off line, o que confirma a tendência de crescimento da internet na comunicação jornalística.

Eu e meu chapéu somos leitores da Folha, e de vez em quando sapeamos o Estadão, e claro, nos habituamos ao formato do primeiro. Talvez isso tenha pesado um pouco no nosso julgamento das reformas gráficas. Entendemos os objetivos de melhorar a leitura, simplificar a vida do leitor, hierarquizar a informação, etc, etc. Mas como diz o velho ditado, o inferno está cheio de boas intenções. E na nossa opinião, a Folha errou mais que acertou nesta mudança, dando uma boa vantagem para o concorrente, que cometeu menos deslizes.

A Folha cometeu um pecado grave: fez uma escolha arriscada com as cansativas faixas azul cyan, e os pesadíssimos títulos de caderno, cada um de uma cor. Na nossa opinião, embora ajudem a organizar as páginas, estas faixas não devem durar muito e logo sofrerão ajustes, escrevam o que digo.

A fonte dos títulos é igualmente pesada, e o grande mérito fica por conta da relação do corpo com as entrelinhas arejada dos textos. Facilitou a leitura, sem dúvida, com alguma vantagem sobre o Estadão, que foi mais conservador neste quesito. Por outro lado, O Estado deu banho na escolha da tipografia dos títulos dos cadernos e das matérias, sobre fundo branco, estabelecendo um diálogo menos agressivo com o leitor.

Um bom resumo destas reformas é o comentário de um ministro de Estado que pediu para não ser citado, e diz que o alfaiate que fez a reforma Estadão é daqueles refinados que cortam ternos de risca de giz, enquanto que o da Folha não passa de alfaiate de ceroulas. O tempo confirmará.

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8
 jun
Design
O escultor de jóias

Este animado personagem que parece um maestro regendo uma orquestra, é um dos maiores designers de jóias do nosso planetinha. Stefano Ricci, romano que já desenhou para os maiores joalheiros do mundo, como Bulgari e Fanuele, e é criador, entre outras peças, do anel do Papa. Recentemente realizou um workshop voltado para designer de jóias em Belém do Pará, e semana passada esteve conosco em São Paulo, onde pretende organizar cursos para profissionais e palestras focadas no consumo de luxo. Stefano é um defensor da jóia como objeto de arte, que deve se inspirar em valores e na cultura de cada lugar, e acredita que o Brasil tem um grande potencial na área, e deve desenvolver sua linguagem própria.

Estes sketches fazem parte do estudo desenvolvido por Stefano para a criação de jóia para a Joalheria Fanuele, inspirada no famoso Castelo de Sant‘Angelo, antiga fotaleza romana que serviu de refúgio ao Papa.

O desenho da jóia, cravejada de diamantes, remete também ao nº 100, homenagem ao centésimo ano da Fanuele, famosa  joalheria romana.

Para iniciar Stefano Ricci na gastronomia brasileira, eu e meu chapéu apresentamos um prato típico do sul, o Barreado, preparado com os ingredientes originais pelo restaurante do Museu da Casa Brasileira. O designer romano aprovou a iguaria, mesmo com a excentricidade da banana servida junto com os salgados, quase uma heresia para um italiano.

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27
 mai
Design
O Chapéu vai ao paraíso

Para muitos, ele é apenas um acessório, um entre tantos complementos do vestuário. Mas para Silvia Lucchi, ele é a razão de ser, o centro do universo. Nas suas mãos, o chapéu se eleva à condição de arte. E foi assim que ela apresentou suas obras na mostra aberta nesta quarta feira, em Pinheiros: emoldurados como quadros, arranjados como instalações, suspensos como esculturas.

Eu, meu chapéu e Silvia Lucchi, que inaugurou a Mostra “NA CABEÇA”, em Pinheiros.

“Não esquece da mostra do chapéu!” Meu chapéu não fala de outra coisa há uma semana. “NA CABEÇA” na verdade é uma retrospectiva do trabalho que Silvia desenvolve há mais de 20 anos, e que começou em Firenze, onde estudava moda e desenhou seus primeiros modelos.

O amor de Silvia por chapéus começou nos anos 80, quando desenhava peças únicas para a Zoomp e Fiorucci. Mas foi um convite de Paulo Borges para o Look of the Year que deu a oportunidade a Silvia de realizar chapéus em escala teatral.

O que se vê na A CASA Museu do Objeto Brasileiro é o devaneio de uma artista inspirada, que escolheu chapéus como suporte para expressar sua fantasia, que não é pouca. A montagem de Renata Melão valorizou as centenas de peças expostas na mostra organizada por Marcelo Kahns, e que estará em cartaz até agosto.

Zee Ann Tinkelenberg e Agatha Lucchi, filha e sobrinha de Silvia Lucchi

Serviço
“NA CABEÇA” exposição de Silvia Lucchi | Abertura: 26 de maio de 2010, às 20h | Visitação: 27 de maio a 27 de agosto de 2010 | Local: A CASA museu do objeto brasileiro | Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros | Tel. 11 3814-9711 | Horário: segunda a sexta – 10h às 19h | Entrada franca | www.acasa.org.br

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26
 mai
Design
Design de craque

Charis Tsevis, designer gráfico que vive e trabalha em Atenas, Grécia, desenvolveu uma série de ilustrações em homenagem à Copa de 2010 na África do Sul. Neste projeto, Charis explorou não só o futebol, mas também se inspirou nos “patterns” africanos, padrões ancestrais da tradição africana.
Os posters foram desenvolvidos com os programas Synthetik Studio Artist, Adobe Photoshop, Adobe Illustrator e Apple QuickTime Pro. A fonte utilizada é a PF Etnica. Mais sobre seu trabalho pode ser visto no seu flickr.

Emmanuel Adebayor: Togo

Samuel Eto’o: Cameron

Benjani Mwaruwari: Zimbabwe

Esta matéria é uma contribuição do nosso colaborador Rodnei Barone

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21
 mai
Design
Lançado nº 72 da Revista Gráfica

Acaba de sair do forno a nova edição da mítica Revista Gráfica, com grande artigo sobre o designer Victor Burton, suas capas, seus livros de arte e trabalhos de identidade visual, passando para um outro belo artigo – registro da exposição histórica “JapanDesign ’100″, complementando esta bela edição com a homenagem ao americano Frederic Goudy na seção tipografia, consequentemente, culminando no poster-insert “Typographycka”. Um show!

Ilustrador, cartunista e um dos maiores artistas gráficos deste país, Miran é também editor da Revista Gráfica, a publicação que é referência internacional na área. Distribuída pela Posigraf a partir de hoje.

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18
 mai
Design
Na Cabeça

Meu chapéu anda muito bem informado. Ficou sabendo em primeira mão de um evento interessantíssimo, ao qual ele evidentemente não vai faltar. Trata-se da mostra promovida por “A CASA” Museu do Objeto Brasileiro, que inaugura no dia 26 de maio, quarta-feira, uma exposição irreverente: “NA CABEÇA”, assinada pela artista e designer de chapéus, Silvia Lucchi.

O amor de Silvia por chapéus começou nos anos 80, quando desenhava peças únicas para a Zoomp e Fiorucci. Mas foi um convite de Paulo Borges para o Look of the Year que deu a oportunidade a Silvia de realizar chapéus em escala teatral.

Há 10 anos, Lucchi mudou-se para Europa. Passou cinco anos em Florença., depois se transferiu para Milão, para estudar moda na academia Domus, sob a direção de Gianfranco Ferré. No Brasil realizou e apresentou 150 peças únicas de roupa na Galeria Simultânea, onde nasceu o primeiro chapéu. É um pouco disso tudo que o visitante irá conhecer nesta exposição.

Serviço
“NA CABEÇA” exposição de Silvia Lucchi | Abertura: 26 de maio de 2010, às 20h | Visitação: 27 de maio a 27 de agosto de 2010 | Local: A CASA museu do objeto brasileiro | Rua Cunha Gago, 807 – Pinheiros | Tel. (+5511) 3814-9711 | www.acasa.org.br | Horário: segunda a sexta – 10h às 19h | Entrada franca – www.acasa.org.br

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30
 abr
Design
Meu tipo inesquecível

Paulo Matsui, nosso olheiro na WEB descobriu desta vez um talento no outro hemisfério, perto do polo norte, mais especificamente na Dinamarca.

“Trata-se de Julie Katrine Andersen,  professora de design na Escola Dinamarquesa de Mídia e Jornalismo. Mas acima de tudo, Julie é uma designer. E precisa, como ela diz, “sujar” as mãos de vez em quando com o que sabe fazer melhor: editoriais tipográficos da maior qualidade. Aqui uma série de trabalhos desenvolvidos a partir das fotos de Miles Aldridge, que ela reuniu em uma série batizada “Animal Farm”. Julie mantém o blog Inspiration lab com a sua seleção dos melhores do design no mundo. Meu chapéu recomenda: leve seus olhos passearem nos trabalhos desta artista gráfica dinamarquesa.”

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Páginas:12

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