Eu e meu chapéu já estavamos achando ótima a idéia de comemorar meus 56 aninhos bem vividos em um jantar a tres (eu, Maria e ele), em algum restaurante romântico da cidade. A Maria não precisou muito pra me convencer de que uma comemoração tranquila teria muito mais a ver, afinal festa bem no meio da semana, mão de obra, convidar, telefonar, chuva, congestionamento, contratempos… ufa! Ok, você venceu. Ela ficou de escolher o restaurante, o cardápio, eu só teria que entrar com este corpinho que Deus me deu.

Eu entre as primas Claudia e Paula Jácomo e Marcelo Martins.

E assim, na hora marcada, a Maria veio nos apanhar e fomos os tres rumo ao restaurante misterioso. Caímos, eu e meu chapéu, como dois patinhos. Quando o maitre abriu a porta da sala reservada para nós, e vi todos aqueles amigos de chapéu na cabeça gritando meu nome, senti subir pela espinha dorsal uma energia que correu todas as vértebras, ecoou nos tímpanos, subiu pelo meu chapéu e virou duas pequenas lágrimas que acho que ninguém percebeu. Acredito que só não consegui esconder a emoção da Maria e da Giana, que silenciosamente tramaram esta deliciosa conspiração pra me jogar nos braços dos meus amigos mais queridos.

10 comentários Foi muito bom, ver a carinha dele feliz.
Esses momentos são únicos nas nossas vidas.
Eu e minha inseparável amiga , irmã, Gi, agitamos tudo.
Fotos para o álbum da vida !
Que delícia de encontro.
Pra esta festa ninguém tirou o chapéu !!
Beijo pro casal irmão.
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É isso aí, Werneck, a maior vingança é a nossa alegria, rsrsrs…
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Lee Swain