28
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:08 | Nenhum comentário
28
 fev
Arte
Mamãe, olha eu no Walmart!

Muitos amigos já me perguntaram porque ainda não expus no Brasil, depois de ter feito várias mostras na Europa. Eu digo que é uma questão de oportunidade. Meu Chapéu diz que é preguiça mesmo. Acho que ele está certo. Mas algumas coisas acontecem independentes da nossa vontade. Fazendo compras este final de semana em uma loja do Walmart, qual não foi minha surpresa ao ver arrumadinhas em uma gôndola as embalagens que criei para os lenços Kiss, utilizando obras que expus em Roma na década de 90. Até Meu Chapéu sentiu uma pontinha de orgulho. Quem quiser ter um Lee Swain em casa por apenas R$ 6,00, aproveite. Esta coleção de lenços de papel, fabricadas pela Santher, tem tiragem limitada.

Postado por Lee Swain às 6:06 | 10 comentários
28
 fev
Gastronomia, Publicidade
En garde!

Eu e Cibar Ruiz, como toda dupla de criação, vivemos duelando. Duelando por conceitos, idéias, posicionamento e estas coisas todas da propaganda. Duelo bom, sem sangue. Que exercita a mente e mantém o corpo esperto. Às vezes vence um, às vezes o outro. Mas quem ganha mesmo é o trabalho, que depois de uma boa e estimulante esgrima, sai sempre enriquecido.

 Mas se tem uma coisa que a gente não discute é sobre comer bem. Aí estamos perfeitamente de acordo. Somos capazes de fazer um desvio de quilômetros atrás de um prato que vale a pena. Um dos nossos restaurantes preferidos é justamente o Spadaccino, na Vila Madalena. Lá o Cibar já elegeu o seu prato predileto: spaghetti al pesto, que na sua opinião está entre os melhores da cidade. Eu já prefiro variar no cardápio, passeando entre carnes e massas recheadas. Na hora da sobremesa porém não vacilamos: uma bela taça de affogato, que vem a ser uma taça de café expresso derramado sobre uma farta bola de sorvete de creme. E estamos conversados.

 SPADACCINO RISTORANTE – Cucina di Bologna: R. Mourato Coelho, 1267  -  Vila Madalena – Tel.: 11 3032-8605

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28
 fev
Comportamento, Gente
Ecos do Carnaval

Clique nas fotos para ampliar.

Se não fôsse Carnaval, seria ridículo. Homem usando saia e batom, se não fôsse no Brasil, não seria na Escócia. O Bloco do Vai Quem Quer, mais conhecido como Bloco da Dorotéia, desfila com seus travecos improvisados pelo centrinho de Boiçucanga, litoral norte de São Paulo, e vai morrer na beira da praia. Ali cada um toma seu rumo. Alguns afogam suas mágoas, outros rasgam a fantasia, e não se sabe quantos aproveitam pra vestir a fantasia, já que é carnaval mesmo. Fotos: Lee Swain

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28
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

ostras parábolas

Postado por Lee Swain às 6:00 | Nenhum comentário
17
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:20 | 2 comentários
17
 fev
Do chapéu, Moda
Com que roupa que eu vou

Alalaôôô… As baterias já estão esquentando e vc ainda não pensou na fantasia? Aqui vão algumas sugestões práticas do Meu Chapéu para este carnaval. Sem muita complicação. Basta cobrir a cabeça, jogar um paninho por cima e cair na folia.

Postado por Lee Swain às 6:15 | Nenhum comentário
17
 fev
Livros
Fantasia sem limite

“Porque desenho os personagens dos meus filmes? Porque faço rascunhos de caras, de narizes, bigodes, gravatas, das bolsinhas?”

Com estas indagações, começa o livro “I Disegni di Fellini” que reencontrei depois de muitos anos, escondido em uma pilha de livros na minha biblioteca de Ibiúna.

Fellini desenhava em qualquer pedaço de papel que lhe caísse nas mãos, de forma quase compulsiva. Infinitas caras, bundas e peitos gigantes, vultos de cardeais decrépitos, corpos deformados, enfim, um repertório que faria a alegria de qualquer psisquiatra. Era com estes rascunhos que ele entrava no estúdio de gravação para iniciar suas primeiras tomadas do dia. Estava tudo ali, naqueles desenhos meio garranchos, o fio condutor do grande diretor.

Fellini começou a desenhar muito cedo. Ganhou a vida na adolescência fazendo caricaturas nas praias de Rimini para turistas endinheirados. Quando terminou a II Guerra, fez um bom dinheiro com um amigo, desenhando caricaturas de soldados americanos que voltavam para a América, em cenas pré concebidas, onde seguravam a Torre de Pisa, ou domavam leões no Coliseu.

Usando cores e formas com uma liberdade que só um sonhador sem nenhuma auto-censura pode se permitir, Fellini prenunciava a visão fantasiosa já nos seus primeiros desenhos. Muitas das cenas dos seus filmes nasceram ali, naqueles pedaços de papel de embrulho e guardanapos amassados. Qualquer suporte servia para registrar a sua fantasia sem escrúpulos, como num interminável desfile de carnaval.

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17
 fev
Amigos, Arte
Depois do carnaval eu vou tomar juízo

Ilustração da minha amiga artista, Iara Teixeira, de Curitiba.

Postado por Lee Swain às 6:09 | 1 comentário
17
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

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10
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:06 | 1 comentário
10
 fev
Crônica
Um escritor sem juízo

Contardo Calligaris tem um texto falando do tal ‘juízo estético’. Ele viu a grande instalação do Christo e da Jeanne-Claude no Central Park de New York e ‘teceu considerações’ muito oportunas sobre juízo estético e os tempos modernos. Mantive acalorada discussão escrita com meu amigo Tom Capri (SP) por uns cinco anos sobre, basicamente, estética. Meu amigo, entre outros tantos argumentos, sustentava que ainda é possível estabelecer ‘obras-primas universais’. Tipo ‘juízo estético universal’: Van Gogh é um gênio para toda a humanidade. Eu achava que, hoje, é impossível estabelecer nada mais que ‘gosto pessoal’ em qualquer coisa. Talvez nunca tenha sido possível o ‘gênio universal’. Conceito como ‘beleza’ é totalmente impossível de ser universal. Dizemos que um quadro de Picasso é genial pro mundo inteiro por uma questão de facilidade. Os esquimós pouco ligam pra ele. E nós pouco ligamos pra opinião deles. Temos que ir por partes, como queria Descartes.

O mundo sempre foi vasto. Hoje é pessoal e intransferível. Consenso é difícil. Unanimidade é burra. Nenhuma obra se impõe por suas qualidades próprias, intrínsecas. Ela depende única e fundamentalmente de quem a vê. E traz pra frente dela toda sua vida e vivência no campo estético. Uma coisa que acho fantástica pode ser apenas água nas penas do pato pra outra pessoa. Estamos cada vez mais sós diante do que ainda se chama de Arte. Cada um com seus recursos de vida enfrenta ou não a obra. Desiste de entender ou tenta achar sentido. Acha bonito e vai embora ou faz questão de ver mais adiante. A resposta emocional de cada um é de cada um. Pra se encontrar outra pessoa com a mesma resposta seria preciso confrontar. Porém, hoje, os confrontos estão cada vez mais escassos. Prefere-se dar de ombros e seguir. Pessoalmente, acho que a arte se transformou em arghte! Cada um engole como pode, digere, rumina ou vomita.

Pra terminar, digo que hoje o que se chama de arte serve mais pro próprio artista. É uma maneira de ele não enlouquecer, de se manter ativo, de se sentir vivo. Mesmo que ele tente a empatia com os apreciadores, fazer arte parece mais coçar o formigamento no pé que foi amputado.

 Tente (piada): Diga pra alguém que acabou de gravar um CD pela Sony. A pessoa dirá: ah, minha netinha de cinco anos já gravou dois. Precisa ver como canta o Bundalelê no apê!

Rui Werneck de Capistrano bateu a moleira quando era criança, e é autor de Nem bobo nem nada, romancélere de 150 capítulos.

Postado por Lee Swain às 6:05 | Comentários desativados
10
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 6:00 | Nenhum comentário
8
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:06 | Nenhum comentário
8
 fev
Arte, Livros
Arte em família

Ontem Eu e Meu Chapéu fomos visitar o ateliê de Zélio Alves Pinto, em Higienópolis. Não pude esconder minha satisfação de conhecer na intimidade um dos artistas gráficos mais respeitados do Brasil, e que povoou minha juventude com seu traço de personalidade única. De fala mansa como bom mineiro que é, Zélio tem sempre histórias saborosas pra contar sobre sua vida e suas viagens por este mundão afora.

Artista que domina como poucos a arte do cartum, da caritcatura e o refinamento da aquarela, Zelio teve seus trabalhos publicados em revistas como Le Rire, Paris Match, em jornais como France Soir, Le Monde, e nos brasileiros O Cruzeiro, Pasquim, Folha de S. Paulo e Jornal do Brasil.
Recebi de suas mãos o livro lançado ano passado, com direito a dedicatória, e que passa em revista os 50 anos de sua trajetória artística.

Descendente de família de artistas, Zélio é casado com Ciça, outra artista, criadora do Pato, tira que ficou famosa nas páginas da Folha de S. Paulo, com quem botou no mundo outros 3 artistas: o dramaturgo e escritor Pedro Vicente, que também pinta e desenha – o ator Fernado Alves Pinto, que também toca e dança, e a designer Ana Ciça, que vive em Nova York, casada com um afilhado do Norman Rockwell.

Quem fala de Zélio com propriedade é seu irmão, o artista gráfico e cartunista Ziraldo Alves: “Zélio, com seu desenho para a imprensa, fugiu completamente das minhas fontes de inspiração. Nem André François, nem Steinberg, nem Ronald Searle. Ele inventou seu próprio caminho, e firmou seu estilo com tanta segurança e talento que é o único artista gráfico brasileiro a ter feito uma capa para o Graphis, a mais importante revista gráfica do século XX.” Ziraldo.

Zélio parece um garoto passeando no ateliê entre suas telas e esculturas, cheio de idéias e planos para o futuro. Sua obra transparece esta alegria, não se ressentiu com o passar dos anos. Chegando em casa, mostrei orgulhoso ao Meu Chapéu a dedicatória de Zélio, me chamando de “o inquieto Lee”. Pensei comigo em voz baixa: se chegar aos sessenta com a metade da inquietude de Zélio, me dou por satisfeito. Fotos: Lee Swain

Postado por Lee Swain às 6:02 | Nenhum comentário
8
 fev
Sem categoria
Máximas do Meu Chapéu

Postado por Lee Swain às 6:01 | Nenhum comentário
8
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 6:00 | Nenhum comentário
6
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 9:05 | Nenhum comentário
6
 fev
Cidade, Consumo, Do chapéu
Paissandú, a tradição em chapéus.

Recebo várias mensagens de leitores querendo saber onde me abasteço de chapéus, outros querendo saber onde encontrar determinados modelos, e ainda aqueles que pensam que sou uma loja do ramo e me fazem encomendas. Já cheguei a pensar em abrir uma chapelaria virtual, mas logo a idéia me saiu da cabeça.

Uma das lojas mais tradicionais de chapéus em São Paulo, a Chapelaria Paissandú, está há mais de 50 anos instalada no Largo que lhe dá o nome, bem no centro da cidade. Passei por lá este fim de semana depois de mais de um ano da última compra, e fiquei triste ao saber que o Sr. Walter, o paciente vendedor que me atendia, partiu desta para melhor. Ali mesmo, tirei meu Panamá recém adquirido em sua homenagem.

De bonde a troleibus, a vitrine da Chapelaria Paissandú já deve ter visto de tudo nos seus mais de cinquenta anos de existência. Entre seus cliente mais famosos, estão Ivete Sangalo, o jogador Viola e o pessoal do Exalta Samba. Além de atenciosos, os vendedores só de olhar já sabem o tamanho da sua cabeça e os modelos que combinam com determinado formato de rosto. Tradição tem o seu valor.


Postado por Lee Swain às 9:03 | Nenhum comentário
6
 fev
Do chapéu, Viagem
Chapéu novo em Ibiúna

Chapéus são como filhos: a gente tem que educar desde que nascem. Este fim de semana levei Meu Chapéu novo conhecer um dos meus lugares preferidos: Ibiúna. A menos de 1 hora de São Paulo, Ibiúna é banhada por uma grande represa que serpenteia por kilômetros até Sorocaba. O condomínio onde estou instalado fica em um ponto com uma vista privilegiada da represa. Meu novo Panamá contemplou tudo em silêncio, curtindo o por de sol refletido nas águas tranquilas de Itupararanga.

Mas não é só o olhar que faz a festa em Ibiúna. Levei Meu Chapéu passear no meu pomar, e mesmo no seu silêncio, percebi a indisfarçável emoção que sentiu diante da visão dos pés carregados de frutas. Amoras madurinhas que se salvaram das bicadas da passarinhada esperavam  para serem colhidas e saboreadas. Percebi o quanto observar a natureza acalma os chapéus.

Postado por Lee Swain às 8:58 | 3 comentários
6
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 7:55 | Nenhum comentário
3
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:46 | Nenhum comentário
3
 fev
Gastronomia
Pimenta pouca é bobagem
Preparando a moqueca assistido pelos amigos

Tenho que reconhecer que quando estou sem Meu Chapéu, muitas vezes a pretensão me sobe à cabeça. Justo em Belém do Pará, terra de gastronomia reconhecida e sofisticada, fui me meter a preparar uma moquecada. Ainda bem que era na casa de amigos, o casal Augusto e Aninha, gente da maior qualidade,  que me pouparia o pescoço em caso de deslize no manejo das panelas.

Decidi por uma moqueca mais light, com pouco dendê e leite de côco, por que afinal não estava na Bahia. Só que na hora da pimenta, a mão pesou e mandei um dedo de moça e meio, com semente e tudo. Se estivesse com Meu Chapéu neste momento, ele provavelmente me alertaria sobre o fato de que a pimenta do norte é muito mais forte que a nossa aqui do sul maravilha.

Quando experimentei o molho, soltei lágrimas ardidas, e pensei: ferrou. Pensei nos olhares de crítica e comiseração dos convidados, disfarçando e jogando a moqueca por debaixo da mesa, com um sorrisinho amarelo, dizendo: “não, não está tão picante, só um pouquinho”, soltando labaredas pela boca. Não, decidi mudar o jogo. Sem que ninguém notasse, joquei metade do molho fora, cortei mais cebola, tomate, pimentão, refiz o molho em 5 minutos, e salvei a noite e o meu pescoço. Se a moqueca ficou boa? Modéstiamente, não sobrou pra remédio.

Servindo Augusto, o dono da casa.
Postado por Lee Swain às 6:40 | 1 comentário
3
 fev
Crônica
Rui Werneck na ponta da língua

DIGA NEUROLINGUÍSTICA SEM ENROLAR A LÍNGTUA

Notou como a língua parece minhoca se batendo no asfalto quando você diz essa palavra?

Pois é, eu gosto das coisas ligadas à linguagem. Acho que a fala é o que nos distancia dos animais irracionais. Eles se comunicam do jeito deles, numa linguagem que deciframos como podemos. O jeito do latido nos diz o que estão querendo. Mas, eles não raciocinam.

Nós, ao longo da vida, desenvolvemos uma série de mecanismos automáticos na linguagem. Por ‘esperteza’ tentamos nos antecipar ao que a outra pessoa vai dizer, por exemplo. Daí nasceu a ‘incongruência semântica’. É fácil de perceber, se você tiver um pouco de paciência. Os neurolinguistas fazem mapas do cérebro pra ver de onde vêm os impulsos elétricos quando falamos. Eles medem as descargas elétricas provocadas por frases de vários tipos.

A ‘incongruência semântica’ diz respeito à aflição que dá na pessoa quando outra vai dizendo uma frase aos poucos e ela tenta adivinhar o que vem depois. Os pesquisadores viram que a ativação elétrica do cérebro vai aumentando conforme a frase instiga. E o afluxo de sangue aumenta em certas áreas. Um exemplo clássico, popular, é uma cantiga que tem essa letra:

Quero te fo…

Quero te fo…

Quero te forçosamente

Te pôr nas co…

Te pôr nas co…

Te pôr nas cores mais belas

Tua mãe é uma pu…

Tua mãe é uma pu…

Tua mãe é uma pura donzela

Teu pai deu o cu…

Teu pai deu o cu…

Teu pai deu o coração por ela

Quando você ouve pela primeira vez essa música, seu cérebro deve atingir o ponto máximo de atividade elétrica. Uma verdadeira usina. Os neurolinguistas dizem que o cérebro quer logo completar tudo. E, com isso, provoca na pessoa a ansiedade pelo que virá a ser dito. E, como temos milhares de palavras armazenadas, a ansiedade cresce porque o cérebro tem que pegar a palavra certa e entender o que o interlocutor quer dizer. Se você diz ‘Vá tomar no… ‘, automaticamente a pessoa completa. Isso gera a ‘incongruência semântica’ se você completa com a palavra ‘kung-fu, por exemplo.

Mudando de saco, vejo que a poesia tem que provocar ‘incongruências semânticas’ e fazer com que em cada verso aumente o impulso elétrico. Consequentemente, o leitor fica o tempo todo energizado. É difícil, mas devia ser assim a poesia.

Rui Werneck de Capistrano é neurolinguarudo e também autor de Nem bobo nem nada, romancélere de 150 capítulos.

Postado por Lee Swain às 6:35 | Nenhum comentário
3
 fev
Arte
Pisando em poesia

Pedro Vicente Alves Pinto, finalizando grafites no chão do Parque Villa Lobos, auxiliado pela também artista SAndra Martinelli. Sua obra faz parte do evento Caminhos Efêmeros da Poesia.

Postado por Lee Swain às 6:30 | 1 comentário
3
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 6:25 | Nenhum comentário
1
 fev
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:06 | Nenhum comentário
1
 fev
Arte
A Artista e a Múmia

Sandra Martinelli

A artista plástica Sandra Martinelli abriu seu ateliê na Vila Madalena para o Meu Chapéu neste fim de semana. Sua pesquisa com ferro e arame retorcido está na mira de importante galeria nacional.


Em vibe super positiva, Sandra acaba de vencer o Prêmio Mumia de Animação Mundial com sua série de curta metragens sobre a personagem “Antonia”.

Sandra Martinelli em frente a seu ateliê na Vila Madalena
Postado por Lee Swain às 6:04 | 1 comentário
1
 fev
Gente, Poesia
Loiras pensantes

A atriz Amanda Pereira, que participou dos Caminhos Efêmeros da Poesia este fim de semana, em momento de reflexão para as lentes do Meu Chapéu.

Postado por Lee Swain às 6:02 | 1 comentário
1
 fev
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 6:00 | Nenhum comentário

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