27
 jan
Frase do dia
Chapéu do pensamento


Poesia selecionada para o evento “Caminhos efêmeros da Poesia”, que inaugura este fim de semana no Parque Tietê.

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27
 jan
Sem categoria
Fim de semana poético

Neste fim de semana, faça chuva ou faça sol, serão inauguradas duas instalações que criei junto com a poeta Rita Alves para os Parques Tietê e Villa Lobos. Os Relógios da Poesia são instalações perenes, que fazem parte do evento “Caminhos efêmeros da Poesia”, onde poesias selecionadas por Rita foram deslocadas do seu suporte tradicional para se colocar no caminho dos passantes. O estranhamento inicial das pessoas acaba virando curiosidade, e quando menos se espera, estão circulando em torno dos textos encravados nas placas de concreto que faz as vezes de calçada.

CAMINHOS EFÊMEROS DA POESIA
Sábado no Parque Villa Lobos e Domingo no Parque Tietê, a partir das 13h00 com Show de Guga Domenico do grupo Língua de Trapo e leitura de Poesias com Sandra Martinelli, Fernanda Eva, Jayme Periard, Beatriz di Giorgio, Amanda Pereira, Nelson Foerster, Daniel Minchone, Rita Alves, entre outros.

Postado por Lee Swain às 8:32 | Nenhum comentário
27
 jan
Crônica, Sem categoria
Um escritor em busca do sucesso

Confesso que sou fascinado por livros de fórmulas de sucesso empresarial. É uma fraqueza? Não sei, pode ser, não ligo. Desde que comecei a trabalhar com propaganda, 38 anos atrás, leio livros desse assunto. O primeiro foi do David Ogilvy, pai norte-americano dos publicitários. Acho que aprendi muito com ele na maneira redigir anúncios. Passei por vários outros. Claro que as fórmulas mágicas causam riso, mas rir é bom.

Acontece que a gente tem sempre que redigir defesas de campanhas, relatórios de empresas, discursos de empresários e coisas ligadas às empresas. O livro cai como luva. Você pinça conceitos, frases, pitadas de sabedoria e recheia seu texto. Dá sensação de consistência e agrada sempre. Na verdade, é mistério o que faz uma empresa ter sucesso e outra, do mesmo ramo, fracassar. Mistério em termos. Tudo o que é humano não tem mistério. Tem graus de competência, dedicação, vontade, oportunidades, etc. E muita politicagem, falcatruas, corrupção, sacanagens, etc. A mistura de tudo faz a empresa ter sucesso ou fracassar.

Nas revistas atuais de negócios, todos são felizes nas reportagens. É só ir na empresa deles e ver o contrário. As tintas das revistas pintam tudo mais brilhante. Mas os livros dão dicas gerais. Alguns conceitos servem realmente. E eu guardo pra mim. O mais difícil é fazer com que os outros usem. Você diz, o cara escreveu que a gente deve agir assim. A pessoa olha pra você e, como nunca leu nada, dá de ombros pro conceito. Alguns clientes pedem campanhas publicitárias e, quando você diz pra eles que o negócio deles é que deve mudar, que propaganda não salva, eles dão de ombros. Se acham poderosos. E quebram.

Tem um livro já do século passado que tem frases ótimas. O título do livro é Como nadar com os tubarões sem ser comido vivo. Só vou dar as frases, sem mais delongas. Conclua como quiser. 1) O mais importante não é o valor da mercadoria, mas quanto a pessoa acha que ela vale. 2) Tome decisões com o coração e acabará com doença cardíaca. 3) Jamais vi currículo ruim. 4) Aborreça-se facilmente. 4) A prática perfeita leva à perfeição. 5) Ter 1% de alguma coisa é melhor do que administrar 100% de nada. 6) Não basta conhecer as pessoas, o importante é saber como conhecê-las. 7) Sorria e diga NÃO até sua língua sangrar. 8) Aquele que queimar suas pontes tem que ser bom nadador. 9) Jamais feche negócio numa sala que tenha candelabro.

É isso. Eu e meus livros de fórmulas de sucesso. Sem sucesso.

Rui Werneck de Capistrano é um escritor que bateu a porta na cara do sucesso. É também autor de Nem bobo nem nada, romancélere de 150 capítulos.

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27
 jan
Humor
Vale a pena rir de novo

 

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25
 jan
Aniversário, Cidade
São Paulo 458 anos

A cidade que não pode parar cria molduras com seus próprios restos, na gana de abrir mais espaço para seu crescimento insaciável. Restos do Edifício São Vito, em frente ao Mercado Municipal de São Paulo.

Quem ama São Paulo enxerga beleza mesmo nos seus defeitos. Meu Chapéu, que tem um olhar generoso para a cidade, vê arte até em um buraco interditado na Rua dos Pinheiros. O amor não é cego, apenas enxerga aquilo que quer ver.

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23
 jan
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:04 | Nenhum comentário
23
 jan
Do chapéu
Mestre chapeleiro

Quem gosta de chapéus, tem que conhecer Monsieur Maurice Plas, o afaiate que desembarcou no Brasil em 1951 e virou chapeleiro. Maurice recebe pessoalmente a clientela fiel, que sabe encantar com suas histórias saborosas, e o sotaque indisfarçável. É lá, na rua Augusta, onde ele está instalado há mais de 50 anos, que eu me abasteço de boinas e chapéus.

Chapelaria Plas: www.plas.com.br / Loja: Rua Augusta, 724. Tel.: 11 32579919

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23
 jan
Musica, Viagem
O dia em que descobri a Guitarrada

A recente viagem que Eu e Meu Chapéu fizemos à Amazônia foi de muitas descobertas. Já tinha ido várias vezes a Belém do Pará a trabalho, com pouco tempo para mergulhar na cultura local, e diga-se de passagem, sem a companhia inestimável do Meu Chapéu. Estes dez dias que ali passei foram de experiências intensas, começando pela gastronomia, única no mundo. Outra boa surpresa ficou por conta da musicalidade paraense.


Claro que eu já ouvi e dancei carimbó, mas nada se compara ao show de guitarras promovido pelos Mestres da Guitarrada. Este movimento, que teve em Mestre Vieira seu precursor, na década de 70, com o lançamento do disco “Lambadas das Quebradas”, se transformou na expressão musical da região. Mistura de vários gêneros musicais caribenhos, como o mango, merengue, e machiche entre outros, a Guitarrada não deixa ninguém parado.

Como o nome diz, quem manda no ritmo é uma guitarra solo, acompanhada por uma base formada por guitarra, contrabaixo e bateria. Os shows de Guitarrada em Belém são frequentados por milhares de pessoas, que se deixam levar pelo ritmo contagiante, ao som de amplificadores potentíssimos, em uma catarse coletiva.

Para não me deixar esquecer dos bons momentos no Pará, a amiga Eliana Semblano me presenteou com esta bela caixinha esculpida em madeira miriti, feita para divulgar o CD dos Mestres da Guitarrada, uma raridade que eu prefiro chamar de porta jóias.

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23
 jan
Sem categoria
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 5:58 | Nenhum comentário
20
 jan
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 8:54 | 2 comentários
20
 jan
Álbum de família
Menino ou menina?


Este fim de semana Eu e Meu Chapéu fomos visitar o casal de amigos Bento e Adriana Koike em Sorocaba. Enquanto o pequeno e espertíssimo Kaizo reina absoluto, outro irmãozinho está pra chegar na casa a qualquer momento. Como antigamente, o casal não quis saber se era menino ou menina antes da hora. “Venha o que vier, será bem-vindo”, dizem os pais. Amém, diz o Meu Chapéu.

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20
 jan
Leituras
A vida segundo Rui Werneck

Não me venha com especialistas em performática. Você sobe até o pico da vida e vê, decepcionado, que o outro cume é mais alto. Cume, pico ou cimo. Foi assim que a gente aprendeu na escola o nome da parte mais alta de uma montanha. Ser milionário é apenas ter mais condições de comprar a droga mais forte pra fugir da realidade. Pobre vai de crack. Rico vai de maconha mentolada. A fuga é a única certeza. Escapar, fugir, escafeder-se. Ficar parado de boca aberta esperando o fim é que não dá.

A vida é um charco iluminado. Você chafurda olhando as estrelas. Não me venha com estudiosos da alma humana. Eles apenas estão se distraindo mais do que as pessoas normais. Essas estão na rua, nos trens, nos elevadores, na luta. Você pode ser Jack, o estripador. Ou ler a vida dele. Dá na mesma. A vida é um barco de duas proas. Você rema, rema e, quando pensa que saiu do lugar, nem sabe se subiu ou desceu o rio. Os peixes estão em todas as partes onde você não consegue lançar a linha e o anzol. Quando todas as teorias se confirmam, a prática já não é mais aconselhável.

A vida é uma tela iluminada. Você, da poltrona, tem a ilusão de controlar o mundo. Os canais estão cheios de entulhos e água suja. Qualquer chuva os faz transbordar e alagar o cérebro. O cheiro de água podre. A vida é um carro desgovernado. Atravessa o sinal, bate no carro de um pobre diabo que acordou cedo pra ir trabalhar e emporcalha a rua com sangue e ferragens retorcidas. A vida, cantada e decantada, deixa notas soltas e borra no fundo da alma.

Não me venha com especialistas na alma humana. Eles olham para as estrelas pelo lado contrário do telescópio. Eles reviram o tapete e espalham o pó nos móveis de novo. O grande paradoxo de quem fizer a História acontecer detonando a mais poderosa das poderosas bombas atômicas é que ele não vai ficar pra História.

Rui Werneck de Capistrano é aleatório e avoado. É também autor de Nem bobo nem nada, romancélere de 150 capítulos.

Postado por Lee Swain às 8:36 | Nenhum comentário
20
 jan
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 8:14 | Nenhum comentário
16
 jan
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 12:30 | Nenhum comentário
16
 jan
Viagem
Meu Chapéu no Ver-o-Peso

Um dos programas prediletos do Meu Chapéu, como os leitores deste blog estão cansados de saber, é flanar. Em outras palavras, uma espécie de vagabundagem aparente, sempre de olho no que acontece em torno. O mercado do Ver-o-Peso de Belém foi um prato pra lá de cheio, com tipos e cenas pra todo lado. Este passeio vai dar muito pano pra manga. Aliás, manga é o que não falta em Belém.

Postado por Lee Swain às 12:26 | Nenhum comentário
16
 jan
Livros, Musica
O primeiro presente do ano

Vi o livro na casa de meus amigos de Belém, dei uma folheada e gostei. Meu Chapéu, linguarudo, comentou com uma pessoa querida em São Paulo e surpresa: ganhei o livro de presente. Pra quem gosta das músicas do Chico Buarque, e não estou falando de pouca gente, o livro é uma verdadeira pérola. Sabe-se lá quanta história não tinha embutida atrás de cada música do Chicão, e que nunca chegaria até nós, não fôsse a paciência do garimpador Wagner Homem?

Transcrição do texto da contracapa: Chico Buarque é o livro que inaugura a série Histórias de Canções. Mas a ideia do livro, no entanto, é muito anterior à da série. O correto seria dizer, portanto, que Chico Buarque inspirou a série Histórias de Canções.

Tudo começou quando Wagner Homem decidiu colocar  no papel as mais saborosas histórias que colecionou ao longo de uma amizade iniciada em 1989. Ele não tinha a pretensão de fazer um songbook ou uma biografia do multiartista Chico Buarque. Wagner queria reunir em um livro as histórias mais interessantes que estão por trás de algumas das maiores composições do artista. Na medida em que registrava as histórias, Wagner sentia a necessidade de contextualizar cada uma delas, de mostrar em que momento da história do Brasil e da Música Popular Brasileira Chico compôs “A Banda”, “Pedro Pedreiro”, ”Roda-viva”, “Samba de Orly”, “Apesar de você”… O projeto, que nasceu despretensioso, ganhou uma dimensão inimaginável.

Chico Buarque é um mergulho na intimidade criativa de um dos mais amados artistas da nossa história.

O Samba Vai Passar, por exemplo, nasceu de outra música que Chico tinha feito com Edu Lobo, “Dr. Getúlio”. Enquanto finalizava a musica com Edu, Chico teve a idéia de reunir um grupo de mais de 20 amigos e fazer um brainstoming para terminar de compor o tema. Depois de muita bebedeira e pouca produção, foi com Francis Hime que Chico conseguiu arredondar o samba, que acabou se tornando a trilha musical da campanha das Diretas Já. Nunca mais Chico tentou repetir a fórmula da criação coletiva.

Postado por Lee Swain às 11:53 | 2 comentários
16
 jan
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 11:22 | Nenhum comentário
13
 jan
Do chapéu
Corpo Fechado

Meu Chapéu não é susperticioso. Mas por via das dúvidas, evita passar debaixo de escadas. Também costuma fazer pedidos quando vê estrelas cadentes. Já me pediu várias vezes para fechar o guarda chuva ao entrar em casa. Já o flagrei algumas vezes batendo na madeira. Meu Chapéu não acredita em simpatias, mas, como ele mesmo diz, “é melhor não dar sorte para o azar”. E um galhinho de arruda não faz mal a ninguém.

Postado por Lee Swain às 7:37 | 2 comentários
4
 jan
Amigos
Um romano em Belém do Pará
Paolo e Denise Carlucci nas Docas de Belém do Pará. Foto Lee Swain

O primeiro post do ano deste blog não poderia deixar de ser de Belém do Pará, terra que está nos acolhendo, a mim e ao Meu Chapéu, com muito carinho. Aqui sou amigo do rei, ou melhor, do Imperador Paolo Carlucci, o intrépido romano, como é conhecido por estas paragens. Depois de conhecer e casar com a paraense Denise Amorim, Paolo anexou Belém aos seus domínios, e hoje é um produtor cultural muito conhecido e respeitado na cidade. Conheci Paolo quando morei em Roma, na década de 90, e de lá para cá nos tornamos amigos inseparáveis.


A feliz coincidência de Paolo ter nascido em 1º de janeiro, fez deste reveillon uma virada especial, com a dupla comemoração marcada pelos seus primeiros cinquenta anos. A festança já está durando 4 dias, e a previsão é de comemorações esparsas até sexta feira, quando pego o caminho do aeroporto rumo a Guarulhos (argh!). Mais notícias sobre Belém a qualquer momento neste blog. Fique ligado no Meu Chapéu.

Postado por Lee Swain às 9:33 | 5 comentários
30
 dez
Datas
De Belém Para o Mundo
Garrafas no Mercado do Ver-o-peso – Foto Lee Swain

Aqui de Belém do Pará, muito bem acolhidos pelos amigos Denise e Paolo Carlucci, Eu e Meu Chapéu enviamos nossa mensagem de um ano bom a todos os amigos e leitores que passarem por este blog. Que venha 2012, com muito axé!

Postado por Lee Swain às 9:01 | Nenhum comentário
26
 dez
Viagem
Curitiba-São Paulo a preço de N.Y.

Digamos que o Meu Chapéu já se habituou. Alguns amigos mais chegados também, embora ainda se surpreendam com as peripécias deste viajante desajeitado: Eu.

Não vou falar das inúmeras vezes que cheguei em estações e aeroportos atrasado, quantos checkins já conhecem minhas trapalhadas, quantos vôos já perdi. Mês passado confundi o horário de chegada com o da partida, perdi o vôo e fui multado em 100 pratas. Nota: o bilhete custava R$ 150,00.

Mas neste Natal consegui a proeza de pagar multa na ida e na volta no trecho Curitiba-São Paulo, em vôo da Azul, que ainda não tinha tido o prazer de conhecer. A multa na ida foi graças a uma desatenção ao comprar o bilhete: não vi que a partida era pelo Aeroporto de Viracopos, em Campinas. Faltando 2 horas para a partida, chamei um taxi para me levar para Guarulhos. Olhei de novo minha reserva para verificar o horário do vôo e só aí é que percebi o engano. Pra resumir, tive que ir de ônibus até Campinas, pegar o vôo seguinte, esperar 3 horas no aeroposto e ainda pagar multa de 100 reais. Mas isto era apenas o começo. O melhor estava reservado para a volta a São Paulo.

Graças à insistência do meu pai, cheguei mais cedo que o convencional ao aeroporto de Curitiba, o Afonso  Pena, com tempo para tomar cafezinho, passear pelas lojas, e todas aquelas coisas chatas que temos que fazer enquanto não nos chamem para o embarque. Entreguei o papel com o código para a simpática (e bela) atendente da Azul, que me pareceu despreparada, porque não conseguia achar minha reserva. Chamou um superior, que também não achou nada. Me perguntaram se eu tinha certeza que tinha reservado para aquela data, e aí já comecei a achar que tinha alguma coisa estranha no ar. Resumo da ópera: reservei a passagem para o dia 26, mas desta vez errei o mês: fiz a reserva para Janeiro. Apenas um mês de diferença. Moral da história: multa mais a diferença de tarifa, igual a prejuízo de R$ 230,00. A esta altura, o bilhete para Curitiba já estava me custando quase uma passagem de ida e volta para Nova York.

Em meio a toda esta confusão, a boa surpresa ficou por conta da Azul, companhia aérea que me surpreendeu pelo bom serviço de bordo, translado e belas atendentes no check in.

Com este histórico invejável de trapalhadas, alguns amigos acham que tenho um parafuso a menos. Depois de alguns anos de convivência, Meu Chapéu já tem certeza.

Postado por Lee Swain às 23:56 | 2 comentários
24
 dez
Do chapéu
Hat Christmas


O blog do Meu Chapéu entrou Dezembro em clima de fim de ano, ou seja, devagar quase parando. Apesar do ritmo que mais parece o transito de São Paulo, não poderia deixar de desejar aos seus fiéis leitores um Natal cheio de luz e alegria.

Postado por Lee Swain às 1:12 | 1 comentário
14
 dez
Arte
Poesia até de baixo de chuva.

Sábado passado, dia marcado para inaugurar a 3ª edição dos “Caminhos Efêmeros da Poesia” no Parque Villa Lobos, onde participo com a instalação “Poesia Não Tem Hora”, caiu o maior aguaceiro, e obrigou ao concelamento do evento. Os buracos onde seriam instaladas as pedras com as poesias, que fazem as vezes de horas, transformaram-se em pequenas piscinas. Uma pena. Mas nada que esmoreça o entusiasmo deste grupo de poetas e artistas que está transformando os parques de Sdão Paulo em território vivo da Poesia.

Indepentendente da chuva, semana que vem, será instalado o Relógio da Poesia de minha autoria em parceria com a poeta Rita Alves, no seio do Parque Villa Lobos, pertinho do Espaço Vita.

Nosso carrinho está cheio de poesia para inundar o Parque do Villa Lobos. O evento Caminhos efêmeros da Poesia teve sua inaugração transferida para o inícino de Janeiro. Avisaremos aos nagevantes deste blog sobre a data e a hora em que a poesia vai tomar conta do Parque. Aguarde.

Postado por Lee Swain às 9:19 | Nenhum comentário
14
 dez
Pensamentos
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 8:31 | 1 comentário
7
 dez
Frase do dia
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 8:16 | Nenhum comentário
7
 dez
Arte
Amigos e simpatizantes da poesia
Rita Alves ajundando nos retoques finais da instalação “Poesia Não Tem Hora”

O evento “Caminhos Efêmeros da Poesia” do qual participo com a Instalação “Poesia não Tem Hora”, está percorrendo diversos parques da cidade, em uma iniciativa que procura aproximar as pessoas da poesia, e vice-versa. Ao tirar os versos do papel e grafitá-los no chão, como fez o artista Pedro Vicente, ou esculpí-los em placas de concreto que formam as horas de um relógio solar, como fiz eu,  colocamos a poesia aos pés e no caminho do cidadão. Algumas pessoas passam reto, com pressa, mas muita gente não resiste à curiosidade, e para para ler alguns versos. Estes poucos segundos já valem todo o esforço que este grupo de artistas e produtores liderados por Rita Alves tem feito nos ultimos meses, e que continua até este fim de semana, nos parques Villa Lobos (sábado) e Parque Ecológico do Tietê (domingo). E viva a poesia!

Zelio Alves e a filha Ciça vieram assistir ao sarau de poesia no Parque da Juventude
O publicitário Cibar Ruiz e o filho Diego no parque
Antonio Peticov veio conferir o Relógio da Poesia.
Postado por Lee Swain às 7:45 | 1 comentário
7
 dez
Arte
A cor da liberdade


Alguns torceram o nariz. Outros se emocionaram. As reações às cores que escolhi para o Relógio da Poesia que foi instalado no Parque da Juventude sábado passado foram polêmicas. Antonio Peticov foi o primeiro  a querer entender o porque da escolha. Na verdade foram os 12 versos que Rita Alves criou especialmente para a instalação, falando sobre liberdade, que inspiraram minha opção cromática. Pensei em qual poderia ser o maior sonho dos que estiveram confinados naqueles obscuros cubículos do Carandirú, que hoje dá lugar ao Parque da Juventude, e o que me veio em mente foi o céu.

Postado por Lee Swain às 7:40 | Nenhum comentário
7
 dez
Humor
Vale a pena rir de novo

Postado por Lee Swain às 7:13 | Nenhum comentário
5
 dez
Futebol
Chapéu do pensamento

Postado por Lee Swain às 6:10 | Nenhum comentário
5
 dez
Futebol
Eternamente Sócrates

Doutor Sócrates parece que escolheu a dedo o dia para nunca mais ser esquecido pelos torcedores corintianos. Não bastasse tudo o que fez em sua carreira como jogador, líder esportivo e figura humana, Sócrates decidiu assistir a conquista do pentacampeonato do seu time do coração de um lugar privilegiado: tomando uma cervejinha lá de cima, olhando todo aquele caldeirão do Pacaembú entre as nuvens. Porque se existe céu, com certeza ele está lá. Fotomontagem: Lee Swain

Postado por Lee Swain às 6:08 | Nenhum comentário
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